|
 
|
28.2.07
:-) favoritos
minha banda predileta e meu
cartunista predileto:

Esta
é a caricatura que mandei para o Salão Carioca de Humor deste
ano. Tudo bem, é uma piadinha infame, mas achei simpática, e
diferente do que costumo mandar para os salões por aí afora.
Não ganhou nada, mas valeu a brincadeira. Foi feita toda com
lapiseira 0.5 de grafite 2B, e colorizada no Photoshop.-
Baptistão - http://baptistao.zip.net
o que o olho não vê...
ontem eu passei
o dia e a noite toda com aquele aparelho de medição de
batimentos cardíacos, o holter. eram três fios, um colado no
externo, outro entre os seios e outro abaixo do seio esquerdo.
o do externo ficava a mostra, já que minha camisa era decotada
e o aparelho, que estava amarrado na minha cintura, também
estava à vista. poucas pessoas sabem, mas esse tipo de exame
deveria ser feito por todo mundo, pelo menos de tempos em
tempos. não precisa sentir dor no peito, nem no braço, nem
achar que ta morrendo do coração. é um exame preventivo, que
pra quem tem plano de saúde, não custa nada. mas não estou
aqui pra defender a importância do holter e sim pra falar
sobre a imagem...
muitas pessoas passaram o dia todo
me olhando de um jeito diferente. boa parte delas com um olhar
de pena, outros com olhar de curiosidade, aí eu comecei a
imaginar o que essas pessoas poderiam estar pensando... "oh
coitada, tão jovem e já com problema no coração", "será que
ela teve um infarte?", "será que ela está com problema de
pressão?", "vai morrer?"... eu não sei se as pessoas pensavam
assim, mas seus olhos e expressões faciais diziam isso. eu não
estou doente, não tenho problemas cardíacos e tive que ficar
me justificando perante a sociedade que eu estava fazendo
apenas um check-up (coisa que todo cidadão responsável com sua
saúde devia fazer todos os anos pelo menos). hoje, depois de
ter tirado o aparelho, ainda tinha gente me perguntando sobre
o assunto, até perguntaram se "deu alguma coisa no coração"...
o que é isso? carinho? excesso de zelo? curiosidade mórbida?
agouro? sei não...
27.2.07
povo besta,
sô!
http://www.shutdownday.org/?lng=pt
26.2.07
dá até vontade de fazer a dança da
chuva
http://www.bright-night.com
new kids on the block
em 1990 a dona do
www.dooce.com estava lá...
oscar 2007
essas foram minhas apostas
vencedoras: piratas do caribe (efeitos visuais), labirinto
do fauno (maquiagem), o último rei da escócia - forest
whitaker (ator), happy feet (longa de animação) e a rainha -
helen mirren (atriz).
a cerimônia foi fraca, sem graça
e com surpresas desnecessárias. mais uma vez tiraram o oscar
de cate blanchet... mas o importante é que tom compareceu.
ufa!
23.2.07
nada mais oportuno do que isso...
O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA Autor -
Ronaldo Baptista, jornalista do 'A Voz do Morro'
Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de
pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi
perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que
tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembleia de
vedetes políticas. O velho pôs a mão no ombro de Churchill
e disse, em tom paternal: - Meu jovem você cometeu um
grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso
na Casa. Isso é imperdoável. Devia ter começado um pouco mais
na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência
que demonstrou hoje deve ter conquistado no mínimo uns trinta
inimigos. O talento assusta.
E ali estava uma das
melhores lições de abismo que um velho sábio pode dar ao
pupilo que se inicia numa carreira difícil. A maior parte das
pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um
indisfarçável medo da inteligência. Isso na Inglaterra.
Imaginem aqui no Brasil. Não é demais lembrar a famosa
trova de Ruy Barbosa: Há tantos burros mandando Em
homens de inteligência Que às vezes fico pensando Que
a burrice é uma Ciência.
Temos de admitir que, de
um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista
de posições. Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos
talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder.
Mas é preciso considerar que esses medíocres ladinos,
oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas
posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por
onde talentosos não conseguem passar.
Em todas as
áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as
panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis às legiões dos lúcidos.
Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do
Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdan, somos forçados a
admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser
vencer na vida.
É pecado fazer sombra a alguém até
numa conversa social. Assim como um grupo de senhoras
burguesas bem casadas boicota automaticamente a entrada de uma
jovem mulher bonita no seu círculo de convivência, por medo de
perder seus maridos, também os encastelados medíocres se
fecham como ostras à simples aparição de um talentoso jovem
que os possa ameaçar. Eles conhecem bem suas limitações, sabem
como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados
realizam com uma perna nas costas, enfim, na medida em que
admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem
problemas, os medíocres os repudiam para se defender. É um
paradoxo angustiante.
Infelizmente temos de viver
segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência
numa espécie de desvantagem perante a vida.
Como é
sábio o velho conselho de Nelson Rodrigues. Finge-te de
idiota e terás o céu e a terra.
O problema é que
os inteligentes gostam de brilhar... Que Deus os
proteja.
21.2.07
mídia
engraçado... depois que o poder político
baiano mudou as notícias de violência no carnaval ganharam
projeção nacional e internacional. até o jornal nacional
noticiou os crimes, que sempre existiram, em quantidade
considerável. só agora, que o poder de censura e peneira de
notícias deixou de existir que o mundo vai saber da violência
da festa baiana em sua real proporção. como baiana e ex-foliã
eu acho que já tava na hora disso acontecer.
só o cinema mesmo...
16.2.07
fauna
olhem o presentinho que eu dei pra minha
amiga beta bióloga...
"lembra de mim, você me enlouquece, a cabeça diz que é
besteira mas o coração não esquece."
bons
tempos...
O Castelo Dos Destinos Cruzados
(Engenheiros do Hawaii)
Quando você me disse que
não era nada Daquilo que a gente sempre imaginou Um
vento frio soprou, uma janela bateu Na noite escura da
alma
Quando você me olhou daquele jeito Que só
você olhava Um passarinho voou baixinho Deixou prá
trás tudo que acreditava
Quando as paredes e o teto
caíram Eu pensei que era o final Mas era só o começo
de um problema Só um pesadelo normal
Lembra de
mim, você me enlouquece A cabeça diz que é besteira
Mas o coração não esquece
No castelo dos destinos
que se cruzam no tempo Ninguém liga se já foi ou se ainda
pode ser Uma criança que nasceu em 62 Uma mulher que
eu conheci em 43
Os dias passam lentamente pra quem
pensa nos dias Semanas e semanas só pensando em você
O tempo pinga lento, dentro do meu talismã Nas
estrelas de centauro, hoje é o ontem do amanhã
Lembra
de mim...
No castelo dos destinos cruzados O
viajante que chegou pode ser você Eu fiz de tudo que eu
pude para te esquecer A morte vive aqui do lado só que a
gente não vê
Uma pessoa que ficou perdida Uma
pessoa que caiu do céu Uma pessoa que você já conhecia
Muito antes de nascer e que você perdeu
15.2.07
folia momesca
o carnaval chegou e ainda é
muito estranho viver numa cidade que não tem clima de folia.
que não tem cheiro de festa, que não tem barulho de trio,
correria pra pegar o bloco, risadas e amassos em plena praça
pública. mas tudo bem, não gostaria de estar em salvador. o
friozinho e a tranquilidade de brasília são confortáveis.
aproveitar pra "fazer nada" e descansar.
pra aqueles
que vão pra avenida, boa sorte, boa farra! atrás do trio
elétrico só não vai quem já morreu ou quem já cansou.
klimt
os poetas e os sonhos, que não
envelhecem... e são como deuses, quando não se acredita mais
neles, deixam de existir.
14.2.07
happy valentine's day
feliz daqueles
que podem comemorar e amar hoje. ao meu amor, felicitações
especiais. com a devida licença de hopper... minha versão de
nighthawks...
http://www.spoonsisters.com
Georges Meis e sua arte
13.2.07
hiro is my heroe
fantástico
gente lerda
gente lerda. é. eu vou falar sobre
gente lerda, leza, devagar, retardada, lenta. sabe quem é esse
tipo de gente? gente que entra numa fila sem antes perguntar
se ela lhe serve. gente que pega ônibus pra marte sem
perguntar ao cobrador se ele passa em marte. gente que acorda,
senta na cama e fica uns 15 minutos se decidindo se liga pro
trabalho e inventa uma mentira pra voltar a dormir ou se
encara a realidade e a labuta. gente que acende carvão só com
1 fósforo (achando que carvão é parente do álcool). gente que
anda a 40km/h numa via expressa de 80 km/h, na pista da
esquerda. gente que tem que chegar num local e que não se dá
ao trabalho de mentalizar qual caminho será melhor antes de se
aventurar. gente que digita catando milho e acha que ta certa.
gente que experimenta 10 camisas brancas e não consegue
decidir qual delas combina com preto (porra! são todas da
mesma cor!). gente que compra um carro novo e não quer
estacionar na rua tal pra não arranhar (por quanto tempo esse
bebê ficará sob proteção da mãe?!) gente que chega atrasada
porque não consegue administrar um banho rápido. gente que não
se toca do espaço que ocupa, atrasando a vida alheia. gente
que vai no correio e fica na dúvida (em pleno caixa) se bota
comum, registrada, sedex, sedex-10. arrrggghhh! eu estou muito
intolerante com gente assim! muito mesmo!!! pior mesmo do
que conviver com gente "lerda" é conviver com tanta
informação. já repararam quantas coisas são bombardeadas por
dia? clara mcfly explicou bem:
http://garotasquedizemni.ig.com.br/archives/002022.php#more
leões brancos ingleses
flugelhorn pra que te quero!
"O Flugelhorne ou
Flügelhorn, ou ainda Filiscorno, é um Trompete com um timbre
diferenciado, mais suave, com afinação em Si bemol, fabricado
com tubo de bitola interna menor com relação ao Trompete. A
sua campânula é mais larga, apresentando uma volta do tubo
mais espaçosa. No Jazz, vários artistas do Trompete
alternativamente dedicam-se a este instrumento musical. Alguns
dos mais conhecidos são Freddie Hubbard, Clark Terry e Shorty
Rogers."
meu humor de hoje merecia um solo de
flugelhorn!
O POUCO QUE SOBROU (Marcelo Camelo)
Eu cansei de ser assim Não posso mais levar Se
tudo é tão ruim por onde eu devo ir? A vida vai seguir
Ninguém vai reparar Aqui neste lugar eu acho que
acabou Mas eu vou cantar pra não cair fingindo ser
alguém que vive assim de bem Eu não sei por onde foi
Só resta eu me entregar Cansei de procurar o pouco que
sobrou Eu tinha algum amor Eu era bem melhor Mas
tudo deu um nó e a vida se perdeu Se existe Deus em agonia
manda essa cavalaria que hoje a fé me abandonou
12.2.07
getting old?!
o que aconteceu com john mayer?
o cara ficou velho do dia pra noite!
9.2.07
cinema
site útil:
http://www.superposter.com.br. meu poster predileto:
apoiada!
Desabafo de um
blogueiro. Rosana Hermann.
Quando você
compra um filhote de cachorro você sabe que além de fazer
gracinhas e alegrar a casa ele também vai fazer xixi e cocô no
tapete, roer os móveis, puxar a cortina e mastigar seus
sapatos. Só um ser humano totalmente inconsciente adquire um
animal de estimação acreditando que ele é um bicho de pelúcia
que se mexe.
Algo semelhante acontece quando você
decide ter um blog. A diferença é que neste caso não é o blog
que faz xixi e cocô pela rede mas um ou outro internauta
anônimo que eventualmente entra nos comentários para deixar
seus dejetos.
Ao longo desses anos todos de contato
direto com o público através de sites e blogs aprendi algumas
coisas básicas. A primeira delas e, talvez a mais importante,
é que todo ofensor, além de ser um solene filho da puta, é uma
pessoa carente. Carente, infeliz e, em última instância,
doente. Digo isto com a experiência de quem involuntariamente
coleciona alguns desses poucos pervertidos, entre milhares de
pessoas bacanas e gentis.
Uma dessas criaturas, que
gosto de pensar como sendo mulher, é uma chata de galochas que
praticamente mora na porta do meu blog. Ela entra todos os
dias, várias vezes, o que em tese, seria motivo de gratidão e
orgulho. Pelo menos eu me sentiria assim se a freguesa viesse
três vezes ao dia na minha padaria para comprar pãozinho
quente. No entanto, o que a leva ao blog não é a convivência
com outros leitores ou a busca de informação mas o garimpo por
acentos em sílabas terminadas em ú. Não é piada, juro. E não
adiantaria mandá-la para nenhum lugar adequado ao tema. Ela
tem orgasmos, múltiplos, quando encontra um acento errado num
'u' ou num 'i'. E quando não cometo este erro, ela tece
comentários de posts anteriores onde a falha ocorreu. E, se
não encontra nenhum problema com os acentos, ela sai
alucinadamente buscando por vírgulas mal colocadas. Agora,
sério, me diz se isso não é uma espécie de transtorno
ortográfico compulsivo?
Uma outra pessoa, muito mais
comprometida e nefasta, está arquivada na minha memória como
um homem de pinto pequeno. Extremamente indeciso sobre sua
sexualidade, ele assina ora com nomes femininos ora com
masculinos, sempre com aquele ódio venenoso de quem desistiu
de ser feliz. O tema recorrente para me ofender são assuntos
antigos, sempre ligados a trabalhos em tv, que não têm o menor
fundamento. Ao que tudo indica, deve ser algum funcionário ou
funcionária que demiti ou nem contratei quando tive um cargo
que permitia esse tipo de decisão. Os anos passam, a fila
anda, gente nasce, gente morre e ele, sempre lá, batendo na
mesma tecla. Imagino que o sofrimento dele deva ser imenso.
Não consigo pensar em nenhum sofredor maior do que o vingativo
amargo. Conheço uma outra pessoa assim, que não consegue ser
feliz um único dia na vida, porque arrasta esqueletos
produzidos durante décadas, todos amarrados em seu próprio
corpo. É muito karma pra uma pessoa só.
A terceira e
última criatura que vale ser mencionada, porque talvez
represente um avatar que você já conheça, é a invejosa
profissional. Aquela que sofre com qualquer alegria alheia.
Que anda com um alfinete na bolsa para estourar balões de gás
das criancinhas. A invejosa é surpreendemente ardilosa e é
capaz de fazer pesquisas e contas só para saber quando você
gastou no jantar que você descreveu ou a viagem que você fez.
Tudo isto, claro, para tentar calcular quanto você ganha, com
o único objetivo de invejar seu estilo de vida. A invejosa
vibra com seus fracassos, tem frouxos de riso com suas
derrotas e ataca assim que fareja um pequeno sucesso
conquistado. Ela nunca escreve de forma direta, falando com o
blogueiro: ela fala sobre o blogueiro com os outros leitores
que, em geral, tenta cooptar para seu covil. Ela bate o pé e
diz 'bem feito' quando você se dá mal e torce para que você se
exploda. Torce apenas, não, ela está sempre pronta para ser a
primeira voluntária a apertar o detonador. E se sobrar um
dinheirinho, ela doa para financiar a dinamite.
Diante
desses exemplos a pergunta natural seria, por que manter um
blog, então? Para sofrer? Para apanhar calado sem poder saber
a identidade dos agressores? A resposta é simples: porque
compensa. Porque as alegrias prevalecem. Porque é meu jeito.
Porque eu preciso escrever. Porque tenho muitos leitores
amigos e amigos leitores. E porque assim como as bactérias têm
função vital no equilíbrio de todo organismo, também esses
ofensores têm um papel na blogosfera. Eles servem para nos
lembrar que o mal existe, que a qualquer momento podemos ser
apunhalados. Servem de contra-exemplo para que a gente não
caia nessa mesma armadilha e não faça o mesmo com outros. Os
infelizes mostram que a infelicidade é um fardo insuportável
que devemos evitar durante a vida, perdoando, compreendendo e
deixando pra lá sempre que possível. No Fashion Week da Vida
eles são aqueles modelos que a gente deve ver para jamais
copiar.
A única coisa que lamento mesmo é que, também
ao contrário dos cães, não seja possível aplacar essas dores,
iras e males desses leitores para que eles se libertem das
amarras da infelicidade. Acredito que não seja possível
ensinar essas pessoas a fazer cocô no lugar certo, como se faz
com os bichinhos. Porque enquanto o cachorro, o gato, querem
distância dos seus excrementos, essas pessoas fazem questão de
deixá-los perto de si mesmas. Fazer o quê. Dizem que cada um
dá o que tem de melhor. Vai ver elas só tem isso para oferecer
ao universo.
Rosana Hermann é cronista do
Blônicas.
8.2.07
me dê!
se vocês forem na tok stok lembrem-se de mim e comprem um
presentinho meigo do pequeno príncipe.
7.2.07
outro
Tubarão de
espécie rara e 1,3 m de comprimento é capturado no Japão, mas
morre poucos dias depois; os tubarões-duende costumam nadar em
águas profundas
rock n' roll
/'rAk«n'rowl/ [ing.] s.m.2n.
(1954) música popular derivada do rhythm and blues, ger.
executada em instrumentos de amplificação eletrônica, que se
caracteriza por um persistente ritmo quaternário, letras
repetitivas e, eventualmente, elementos de country, música
folclórica ou blues F tb. se diz apenas rock ¤ etim ing. rock
and roll (1954), lit. 'balançar e rolar', ver rock
mudanças de humor
6.2.07
normal
eu tenho me revoltado com algumas
coisas no meu dia-a-dia. uma das mais perturbadoras tem sido a
prolixidade alheia. caraca! como tem gente prolixa nesse
mundo. lendo a entrevista de paula lavigne na época, me
identifiquei... a coitada também se irrita com a prolixidade
alheia. tem coisa mais chata do que aquele povo
explicadíssimo? aquele pessoal que não consegue simplesmente
definir sua vontade, se é sim ou não. sempre precisa existir
um talvez, um "e se"... ahhhh tenha dó!!!
outra coisa
que tem me aborrecido com freqüência é a mania inacreditável
do brasileiro (de forma geral) de deixar tudo pra última hora.
o cara precisa de um copo d'água. o copo custa 1 real. ele tem
1 real no bolso, mas acha que pode agüentar mais 1 hora com
sede e só vai gastar esse 1 real daqui a uma hora porque acha
que pode comprar só no limite. pqp-futebol-clube! ô raça! tem
gente que chama isso de tranqüilidade e tem gente que acha que
o contrário disso é ansiedade... eu chamo de falta de respeito
com o próximo.
subversion
O importante é que o time tá unido,
focado, buscando resultado positivo. O professor orientou a
gente se unir, mas tamos aí, bola pra frente, o campeonato tá
quase no início do fim, mas vamos buscar o melhor resultado
pra torcida ficar feliz, afinal "a gente fazemos" de tudo pra
agradar o torcedor, que comparece e prestigia "nós".
5.2.07
combinação perfeita
o primeiro homem a usar
calça "caqui" com blusa/camisa rosa devia receber uma medalha!
ô combinaçãozinha linda de morrer!
coisa mais bunitinha
http://www.imagechef.com/ic/poem
emocionante
tem filmes que
passam despercebidos. a gente não lembra da história, dos
atores, da trilha. mas este não é um desses. à procura da
felicidade é mais que um filme. é uma injeção de ânimo e
esperança. devia ser exibido em praça pública, principalmente
nas comunidades mais carentes do mundo. will smith e seu filho
jade smith são mais do que atores neste longa... são
representantes de uma história verídica e do que a
persistência e fé são capazes. se você ainda não assistiu,
assista. mulheres, não usem maquiagem para ir ver esse filme!
:-)
http://www.sonypictures.com.br/hotsites/cinema/773/
rock n' roll
e sexta-feira tem o grande evento
de fevereiro... churrascão do rock. uhuuuuu metalll!!!!
2.2.07
grrrrrr!
nunca mais vou ao banco durante a tpm. saque aquela porta
giratória simpática? 1ª tentativa - achei que era o
vovôzinho da frente. 2ª tentativa - era eu mesma! tirei a
camera digital, a chave do carro e o celular da bolsa.
3ª tentativa - me revoltei e disse que não tinha mais o
que tirar da bolsa enorme (quase derramo tudo no chão pro
guarda ver) aí ouço um: calma minha senhora! humpf!!!
entrei no banco. saí do banco pra fazer um pagto no caixa.
li o papel e vi que tava errado. voltei pra falar com o
gerente. 1ª tentativa - de novo? não é possível! eu acabei
de entrar por aqui! o senhor não viu? 2ª tentativa -
calma minha senhora! humpf ² !!! falei com gerente e saí
de novo pra fazer um pagto no caixa. não consegui. o
código de barra deu erro! 1ª tentativa - de novo? pqp!!!
não é possível! eu acabei de entrar! aí eu ouço: "se a
senhora entrar 1000 vezes, vai ter que tirar tudo da bolsa
1000 vezes." 2ª tentativa - @!#$%@#%¨*&(¨&¨@$!!!!!
falei com o gerente. paguei a porra do papel e me
piquei!!!!
1.2.07
sincera
"A palavra SINCERA foi inventada pelos
romanos. Eles fabricavam certos vasos de uma cera especial.
Essa cera era, às vezes, tão pura e perfeita que os vasos se
tornavam transparentes. Em alguns casos, chegava-se a
distinguir um objeto - colar, uma pulseira ou um dado - que
estivesse colocado no seu interior. Para o vaso assim, fino e
límpido, dizia o romano vaidoso: Como é lindo!!! Parece até
que não tem cera!!! "Sine cera" queria dizer "sem cera", uma
qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava
ver através de suas paredes e da antiga cerâmica romana.
O vocábulo passou a ter um significado muito elevado.
Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não
oculta, não usa disfarces, malícias ou dissimulações. O
sincero, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas
palavras os nobres sentimentos do seu coração. SINCERA é uma
palavra doce e confiável, é uma palavra que acolhe... E essa é
uma palavra que deveria estar no vocabulário de toda pessoa."
meu estado de espírito hoje
Infinito
Particular (Arnaldo Antunes, Marisa Monte, Carlinhos Brown)
Eis o melhor e o pior de mim O meu
termômetro, o meu quilate Vem cara, me retrate Não é
impossível Eu não sou difícil de ler Faça sua parte
Eu sou daqui e não sou de Marte Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta-bandeira de mim Só
não se perca ao entrar No meu infinito particular
Em alguns instantes Sou pequenina e também
gigante Vem cara, se declara O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo Vem cá, não
tenha medo A água é potável Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar... no meu infinito
particular
e tem gente que se perde, não se
encontra, nem procura as placas de sinalização, nem enxerga os
pictogramas, não sabe diferenciar as saídas comuns das de
emergência, nem conhecem o que é área cirulação e vão... acaba
lá, atrapalhando a passagem, perguntando em balcões respostas
óbvias, por preguiça, por desprendimento, por falta de
objetivo.
|

| |