por Galeria de Arte de Massinha

Episódio da série de animação “A Galeria de Arte de Massinha”, que apresenta as obras de grandes pintores às crianças, introduzindo-as no universo artístico. | Link

por Diego Bresani

Foto: Diego Bresani

Semana passada comprei um livro do Edward Hopper. Ele é impressionante. Suas imagens são fortes e me provocam muit0, principalmente as pinturas com pessoas em interiores. Mas, depois de ver o livro, teve uma coisa no trabalho deste pintor que me impressionou, os quadros onde ele pinta somente  paisagens. Algumas pinturas me fizeram pensar se de fato, essas paisagens mereciam uma pintura? Será que é tão bela que mereça atenção? Não são muito banais?  Mas ainda sim, são fortes. As escolhas que Hopper faz e seus enquadramentos me instigam.

(Leia mais em amadores.blog.br)

por Reinaldo Azevedo

Hopper pintava paisagens mudas. A maioria delas mudas até mesmo de qualquer natureza. Esta, quando presente, é mera coadjuvante de uma casa, sem gente, perdida na multidão de muitos nadas. Ou, então, vê-se um casal, uma mulher, um homem, sempre poucas pessoas, invariavelmente alheias a qualquer foco de atenção, flagradas num desvão da história ou de suas respectivas lendas pessoais. Aquela solidão me agrada. Atentem para o que chamaria de manifesto antidemagógico de seus quadros, de suas ilustrações.

(Leia mais em veja.com.br)

por IdeaFixa

Na última edição da revista Aperture – verão 2009 – saiu uma matéria com notas de Jeffrey Fraenkel e Robert Adams sobre a influência da obra de Hopper na fotografia. Reproduzo aqui as imagens publicadas e a tradução de alguns trechos* do depoimento de Fraenkel que organizou um livro e uma exposição com o trabalho de 8 fotógrafos que claramente foram influenciados por Hopper.

(Leia mais em IdeaFixa.com)

por Renata Mattos de Azevedo

Título: A solidão na obra de Edward Hopper: reflexões sobre o sujeito e o vazio segundo a psicanálise / Solitude in the work of Edward Hopper: reflections on the subject and the emptiness in the light o psychoanalysis. Fonte: Cad. psicanál. (Rio J., 1982);23(26):215-231, 2007.
Resumo: Este trabalho pretende refletir sobre a solidão, pelo viés da relação do sujeito com o outro semelhante e com o Outro enquanto alteridade radical, a partir da obra do pintor norte-americano Edward Hopper. Na pintura deste artista, destacam-se características que revelam uma solidão tanto em suas personagens e cenários quanto na maneira pela qual ele compõe os elementos dos quadros e trabalha com a luz. Seus quadros nos dariam a ver nosso próprio vazio constitutivo.(AU)

(Leia mais em Biblioteca Virtual em Saúde)

por Foto Clube

O autor britânico Geoff Dyer escreveu uma vez que Edward Hopper “poderia pretender ser o mais influente fotógrafo americano do século XX, mesmo sem ter tirado uma fotografia sequer”. O que nós vemos nas pinturas de Hopper quando as observamos através das lentes da fotografia, e como, em contrapartida, a linguagem fotográfica foi influenciada por seu trabalho, são as duas vertentes de abordagem do livro Edward Hopper & Company.

(Leia mais em fotoclubef508.com).

por Valmir Perez

Quem se aproxima das obras do mestre nota a forte presença do homem e cultura americanos da primeira metade do século XX. Particularmente me vejo transportado para lugares e tempos que insinuam a vida cotidiana daquela gente, de uma sociedade que nascia para se tornar a maior potência do planeta, mas ao mesmo tempo percebo ainda a vida simples de um povo que iniciava os primeiros passos em direção a um futuro fortemente influenciado pela tecnologia, pela disciplina, pelo ufanismo patriótico, pela indústria, pela propaganda e pelas contínuas guerras que travariam pelo mundo afora.

(Leia mais emvalmirperez.blogspot.com)

por Alex Katz

If you look at landscape painting from that time in America, there isn’t anyone close to him in technique

(Leia mais em Bowdoin College Museum od Art)

Sobre este site

Este site é baseado no Projeto de Conclusão de Curso da Aluna Karina Melo de Almeida pela Universidade Salvador - UNIFACS. O projeto original foi concluído no ano de 2001 e pode ser visitado através do link www.hopper.com.br/antigo. Este site não tem fins lucrativos e visa apenas divulgar a Vida e Obra do Artista Edward Hopper.